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Blog do Neivo Zago

Neivo Zago

“Coisas” do futebol

Por Neivo Zago

O futebol, para os mais aficionados, sempre ocupa um lugar de destaque quando estes se encontram. E todos, senão a maioria se acha entendedora no assunto, até porque de poeta, de louco, e de técnico cada um tem um pouco. E, quando este esporte ocupa espaço aqui no BD, é para enaltecer os feitos das nossas duas agremiações locais: O Galo sempre alvissareiro cantando de dono, dentro e fora do Caldeirão. Já, o Canarinho dando os seus trinados por aqui e por onde bates as suas asas.

Para começo de assunto, gostaria, embora já tenham passado alguns dias, discorrer sobre certos aspectos do último jogo ocorrido no Colosso da Lagoa, no domingo pretérito, às 17 horas, isto é, certamente um horário impróprio para a prática. É por essas e outras razões que poucos torcedores se fazem presente nos estádios; restrições que valem de modo geral.

Já escrevi anteriormente que a cidade de Erechim, incluindo as mais próximas não merecem ter um representante na Série B Nacional, (futebol de campo), não obstante todo o esforço da Direção (direções), em manter o futebol com grandes esforços e sacrifícios, dentre os quais a eterna carência de recursos para formarem plantéis de qualidade. Não há interesse da maioria da população, dentre muitos amigos e conhecidos que se limitam a perguntar: “Como foi o jogo? Como foi o Ypiranga ou o Atlântico”?

E dentre as “coisas” do futebol se destaca o vocabulário com as suas expressões próprias, algumas das quais um tanto obscuras. Por exemplo, eu nunca entendi direito certas justificativas de atletas, de treinadores, enfim: “Erramos o primeiro passe, o segundo passe, o penúltimo e, o último passe”. “Agora é levantá a cabeça e trabalhá” dando a transparecer que em campo alguns jogam de cabeça baixa. “Nada está perdido”, mesmo que o time esteja na rabeira da tabela. “O campeonato é longo!”. E assim continua a litania de explicações para justificar os fracassos.

Complicado foi entender a atuação da arbitragem, no último jogo contra o Maringá, a começar pelo árbitro protagonista, que, por suas decisões equivocadas recebeu para si muitos “elogios” dentre os quais, o comumente endereçado a sua mãe (F.D.P.). Já, o time visitante, formado por alguns atletas de estatura avantajada se mostrou deveras faltoso. Seus atletas vieram com o objetivo de não perder e jogaram para tal, mas fizeram uso das chuteiras também como instrumentos de ataque. Prova disso foi o corte sério que atleta Marlone recebeu na sua canela direita. Porém, o Amazonense deve ter esquecido o cartão vermelho o qual deveria ter sido mostrado, uma ou até duas vezes aos visitantes.

Por sua vez, devido à primeira edição do Campeonato Mundial de Clubes quem teve a oportunidade de assistir aos jogos pode confirmar uma vez mais a grande diferença de qualidade entre a Europa, o Brasil e a América do Sul. Vimos nos estádios dos Estados Unidos os astros protagonistas do esporte bretão mundial representando os seus times campeões nas mais variadas competições, em seus continentes. Atletas do melhor escol incluindo vários brasileiros perfilam sua camisa e seus talentos, e em contrapartida recebendo polpudos salários, nos principais times milionários e bilionários onde atuam. Os times brasileiros não decepcionaram de todo, cabendo ao Fluminense seguir até as quartas, mas parando no Chelsea que vai enfrentar o fenomenal time do PSG o qual não tomou conhecimento do Real Madrid, aplicando-lhe uma sonora goleada: 4 x 0.

Menos mal, que neste final de semana retornam os jogos da Série A do Brasileirão quando teremos a oportunidade de acompanhar os nossos times prediletos e voltar à realidade nua e crua; a de nos acostumarmos em ver as apresentações pouco convincentes da dupla Grenal como foi o confronto que definiu a Recopa Gaúcha 2025 entre o Tricolor e o Zequinha.

Porém, nenhum Clube Grêmio, Inter ou outros mais distantes, deveriam ter a nossa prioridade e sim a do Ypiranga e do Atlântico, pois são daqui, são nossos; são os que nos representam e levam para todos os quadrantes o nome da cidade e da região. Particularmente acho um despropósito ver certos torcedores vestindo outras camisetas de times nacionais e, até do exterior, como certamente veremos alguns desfilando os mantos ou do Chelsea, ou do PSG o primeiro campeão da nova modalidade chamada Campeonato Mundial de Clubes.

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