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Blog do Neivo Zago

Neivo Zago

Coisas de futebol (2)

Por Neivo Zago

Sei que o assunto futebol não goza da predileção de algumas eventuais leitoras e até, de outros, não aficionados por este esporte. Mas, no meio de um turbilhão de ideias e opções de tantos outros assuntos, talvez mais palpitantes e prioritários, eu optei mais uma vez pelo mundo da bola, que é assunto mais leve. Sei também e não há como fechar os olhos que muitas irregularidades, injustiças e até a corrupção acontecem também no futebol bem como, na política e em outras instâncias da sociedade.

E, para começo de conversa é bom iniciar com as notícias alvissareiras e, dentre elas destacar a atuação da equipe Sub-17 do Ypiranga, até agora invicta na competição atuando como, ou até melhor do que certos atletas profissionais. Foi muito gratificante nos deliciarmos outra vez com um lauto churrasco e melhor, com preço acessível do qual constaram três tipos de carne, maionese, saladas, pão e cuca. Precisa mais! Tudo cuidadosamente preparado pelo Paulo Nervis e sua equipe nas dependências do Estádio Emílio J. Assoni, (como parte da programação preliminar da partida entre os meninos do Canarinho, que recepcionaram os seus colegas de Panambi). Não esqueça Prefeito Burille e o Cônsul do Ypiranga Neimar Mueller, a respeito da ampliação das dependências algo necessário, como nós conversamos durante o evento!

Pela segunda vez assistimos aos atletas promissores, dentre os quais se destacam o lateral esquerdo Vitinho e o centroavante goleador Augusto K Engel que costuma balançar as redes a cada partida que atua. Infelizmente, após marcar mais um gol sofreu uma “lesão séria” na virilha e não “lesão importante”. Desde quando uma “lesão”, ou um “desfalque” no time podem ser considerados importantes? Importante, neste caso é uma palavra que não se encaixa no quebra-cabeça do tabuleiro da linguagem e frequentemente utilizada por jornalistas pouco eruditos. Ainda sobre a partida desse domingo é bom lembrar que o referido campo tem as dimensões maiores e a grama melhor do que a de muitos times das principais séries do Campeonato Brasileiro. Bem como salientar que os meninos do Sub-17 obtiveram cem por cento de aproveitamento jogando duas vezes em Três Arroios e outra fora: 10 gols marcados e apenas 1 sofrido.

Por sua vez, o Canarinho Profissional, nas suas duas últimas exibições deixou a desejar. Empate em casa, com sabor de vitória, frente ao Maringá, e derrota lá em Fortaleza pelo apenas razoável time do Floresta. Isto é: o Ypiranga não entrou em campo, tanto aqui quanto lá. Da última vez o time soçobrou, incluindo o zagueiro Igor Morais sempre firme e seguro nas suas atuações; o meio de campo há tempo não está cumprindo a sua função e, o ataque, da mesma forma. Já o esforçado número 9 ainda não marcou gol e desse jeito se compara ao turista Rúbens, (aliás, que entrou no time do Floresta apenas para caminhar em campo, repetindo o que fazia aqui no Colosso.

Já, de volta o Campeonato Brasileiro, tanto Inter quanto o Grêmio continuam mostrando as suas deficiências. O primeiro achou um gol no apagar das luzes do segundo tempo. Enquanto que o segundo ratificou o meu palpite que se confirmou: Levaria uma goleada. Para piorar, repetiu o vexame contra o Alianza. Poucos jogadores se salvam e o treinador? Qualquer meio entendedor de futebol sabe discernir os aletas laboriosos, que vestem a camisa que suam sangue, como se diz, dos mercenários, muitos dos quais atuando na dupla da capital.

E quem diria que o Chelsea venceria a final do Campeonato Mundial de Clubes, frente ao PSG da maneira como aconteceu; praticamente atropelando o todo poderoso adversário com atuações esplendorosa do centroavante e do João Pedro, este que deve figurar na Seleção Brasileira. Mais uma vez se confirmou que uma equipe proativa, que tem atletas competentes para cada posição e que vai ao ataque para vencer consegue os seus objetivos. Resguardando-se as proporções é o que o Técnico Júnior Rocha está colocando em prática no Caxias; não é acaso está liderando a Série C com folga e pode se contar classificado, mesmo faltando 9 rodadas.

Quando nos referimos ao Ypiranga concomitante com outras equipes como neste texto sabemos das diferenças abismais, seja na qualificação das equipes e no poderio financeiro. E, isso por si só, não deixa de ser o “handicap”, ou seja: desvantagem em relação aos demais, motivo para apoiar incondicionalmente os nossos representantes, deixando os demais clubes em segundo plano. Hoje, lembro em especial os leitores Renato M. e o primo Zeca que fazem referências a este espaço.

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