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Blog do Neivo Zago

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Orar costuma fazer bem e, ir à missa, também!

Por Neivo Zago

“Orar costuma fazer bem” é o título de uma das inúmeras canções religiosas do autêntico e legítimo cantor e pregador católico, Padre Zezinho. Qualquer outro dos seus colegas que se exibem via televisão e outras mídias, possíveis de serem a ele comparados, não passam de uma imitação barata. “orar costuma fazer bem” e ir à missa, não por simples hábito, também.

 

Dentre uma profusão de assuntos possíveis e passíveis de serem abordados, dentre os quais o futebol, (derrota do Ypiranga, eliminação do Grêmio nos últimos jogos), por si só dariam “muito pano prá manga”; bem como a polarização da político-partidária, a guerra das tarifas impostas pelo governo americano, dentre tantos assuntos, hoje escolhi escrever, não sobre “as coisas que passam, mas abraçar as que não passam”. Já ouvi alguém se referir a acertos articulistas como “formadores de opinião”, o que penso, não é o meu caso. Aliás, não entendo como milhões de seguidores alienados idolatram certos influenciadores digitais. Particularmente prefiro seguir e ser influenciado pela Trindade Santa: Pai, Filho e Espírito Santo, Amém.

Sei que talvez este texto não faça diferença alguma na vida das pessoas e nem na sua, pois não é esta a minha intenção. Mas, reitero as sábias palavras do autor da música, (acima referido). “Rezar costuma faz bem”. Nesse sentido, que os verdadeiros pais ensinem os seus filhos desde cedo a rezarem; que a oração fundamentada na fé “remove montanhas” e que quando “dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu estarei no meio deles”, disse Jesus.

Há quem argumente não precisar ir à igreja para orar, porque reza em casa. Quem pensa assim possa ter a sua razão, mas sei que é bem diferente orar sozinho a dois, ou em comunidade. E é exatamente na comunidade onde a oração reúne, ou faz novos amigos, enfim fortalece os laços sociais. A Diocese de Erechim proporciona durante o Ano Litúrgico muitos momentos para a reza, nos quatro Ciclos Litúrgicos. As portas das Igrejas abrem-se sempre receptivas para receber os fiéis acostumados a ouvir a palavra de Deus; escutar atentamente as homilias e sorver as suas belas mensagens. Costumo comparar uma homilia a uma boa aula. Precisa ser didático-pedagógica, a exemplo da que ocorreu na noite desse sábado na Paróquia São Cristóvão, como parte da novena preparatória para a Festa deste Final de Semana. Pe. Maurício Zagonel, Missionário Saletino, ordenado há apenas um ano, (Santuário Nossa Senhora da Salete), com sua verve atraiu a atenção dos fiéis presentes ao discorrer sobre alguns fatos até então desconhecidos de São Cristóvão. Deixou os fiéis instigados quando falou sobre a difícil tarefa de viver o perdão e a reconciliação, na prática.

Desnecessário lembrar que a fé sem obras é morta e que orar pelo simples fato de rezar de maneira mecânica e automática não produz o efeito esperado. Sem a intenção de criticar, mas há certos “rezadores”, alguns dos quais muito assíduos nas igrejas que distraidamente, ou até por não se darem conta rezam as orações elementares, como a Ave-Maria, o Pai Nosso, o Creio, inadvertidamente.

E, como nenhum homem vive apenas de oração, mas também de pão, as festas religiosas, como a de São Cristóvão, oferecem a parte social, que além da oração proporcionam momentos de alegria, descontração, solidariedade bem como amealhar recursos financeiros para manter a infraestrutura e das contas das despesas diárias, comuns de qualquer organização, dentre as quais a Igreja também faz parte. É praticamente impossível deixar de adquirir os saborosos assados de porco, de frango, do churrasco e de outras iguarias típicas para aplacar a fome e saciar os apetites.  Ressalta-se que por trás de toda organização há um batalhão de voluntários que colocam o seu serviço gracioso, uma forma concreta de oração, pois todo trabalho em função de alguém ou de uma entidade é sim, uma forma autêntica de oração. Já me referi e eu reitero outra vez que o trabalho voluntário e gracioso move o mundo com o uma mola propulsora. Nesse sentido, colocando-me entre o batalhão de voluntários em outros tempos e na atualidade bem sei avaliar o que é por o serviço a serviço dos outros.   

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