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Região

“Reunião foi muito produtiva e esclarecedora”, diz presidente da Amau

“Queremos fazer parte dessa sociedade, desenvolver a região, esse é o papel que estamos estruturando para o Alto Uruguai”, diz Manica, responsável pela RGE no Alto Uruguai

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A RGE apresentou o Plano de Ação para o Alto Uruguai,
Para o presidente da Amau, Juliano Zuanazzi, a reunião foi muito produtiva e esclarecedora
Por Ígor Dalla Rosa Müller
Foto Ígor Dalla Rosa Müller

A RGE apresentou o Plano de Ação para o Alto Uruguai, nesta quinta-feira de manhã para prefeitos e representantes dos municípios na sede da Associação dos Municípios do Alto Uruguai (Amau); e, à tarde, para a comunidade em geral na Câmara de Vereadores de Erechim. O conteúdo da explanação foi o mesmo e mostrou o que já vem sendo feito e o que será realizado pela empresa para melhorar o fornecimento de energia na sua área de abrangência na região.

O plano é decorrente de uma solicitação feita em dezembro de 2018 pelos 32 prefeitos da região como resposta aos diversos problemas enfrentados nos municípios com a falta de energia tanto no meio urbano como rural, situação que gera prejuízos para agricultores, indústrias, danifica equipamentos e inviabiliza novos projetos, ou seja, o desenvolvimento econômico dos municípios.

RGE

O responsável pela RGE no Alto Uruguai, Claudio Rodrigo Manica, disse que o objetivo da RGE foi trazer aos prefeitos a informação do que está sendo feito e o que será realizado em 2019, como o plano de manutenção de limpeza de servidão e o plano de substituição de postes. “Várias ações já iniciaram e tiveram conclusão”, afirma.  

Ele explica que as ações iniciaram em janeiro, antes mesmo da convocação da Amau a empresa já tinha um plano estruturado para 2019. “Estamos dando sequência e o plano vai até o fim do ano, 31 dezembro”, diz, e acrescenta, “a RGE não para e continua esses serviços para 2020, que temos um plano também audacioso”.

Desenvolver a região  

Manica afirma que a RGE não está operando na região somente para distribuir e vender energia elétrica. “Queremos fazer parte dessa sociedade, desenvolver a região, esse é o papel que estamos estruturando para o Alto Uruguai”, ressalta.   

Novas estratégias

Para 2019, segundo Manica, a RGE adotou uma estratégia diferente na prestação do serviços. “Nós pegamos um pacote de obras existentes num determinado município e executamos 100% daquele pacote”, diz.

Mudanças

Conforme Manica, a empresa achou uma forma de facilitar o desenvolvimento da região. No entanto, o agricultor que faz um grande investimento também precisa buscar assessoria e informações sobre as necessidades do seu empreendimento.

“Antigamente o cliente fazia a solicitação, apresentava os documentos do pedido de nova ligação e tinha que comprovar o início da obra, construção do local, residência, prédio, aviário, pocilga o que fosse. Hoje, a RGE está abrindo mão disso, porém tem alguns condicionantes: na hora da sua solicitação o cliente futuro deverá apresentar o projeto da obra civil, por exemplo, o projeto do aviário”, comenta. E, acrescenta, é indispensável ter o projeto para dar início ao processo de atendimento ao cliente.

Segundo Manica, outro condição é que a terraplanagem deve estar executada onde será realizada a obra para que não haja alteração na instalação da planta. “O cliente precisará ter a terraplanagem executada, o piqueteamento da construção civil, e definido o local de fornecimento da energia elétrica. Com isso quanto tempo se ganha?”, diz.

Aparelhar as prefeituras   

O responsável pela RGE no Alto Uruguai, se colocou à disposição para fazer seminários em cada prefeitura para esclarecer dúvidas e, principalmente, levar informações às Secretarias de Agricultura, que são porta de entrada das demandas no campo.

Amau

Para o presidente da Amau, Juliano Zuanazzi, a reunião foi muito produtiva e esclarecedora. “Acredito que os prefeitos e representantes dos 13 municípios presentes conseguiram sair com uma leitura muito real do que a empresa está fazendo e se propondo a fazer, como e quando irá fazer”, observa.

O presidente da Amau ressaltou que as orientações trouxeram um rumo para se trabalhar, em conjunto, com objetivo de não “frustrar” os municípios, o cidadão e a RGE “que está fazendo a parte dela”. E, acrescenta, “a reunião foi muito produtiva e essa foi a avaliação de todos que saíram satisfeitos”.

Juliano enfatiza que a questão da energia está diretamente relacionada à estruturação econômica dos municípios, porque são economias agrícolas em que os investimentos ocorrem nesse setor, no armazenamento e produção de grãos, carnes e leite. “O desenvolvimento dos pequenos municípios passa por fortalecer a produção primária”, diz.

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