Na quinta-feira (19), antes do feriadão, em Brasília foram conhecidas as propostas para o projeto técnico da Transbrasiliana (BR 153), que liga Erechim e Passo Fundo e não possui pavimentação.
Espera-se que não tenha aditivo no meio do caminho
Três empresas participaram do certame, com propostas bem abaixo do preço orçado, que era em torno de R$ 4 milhões. A Rudra Engenharia Ltda fez a proposta de R$ 1.868,500,00. A outra empresa fez o preço de R$ 500 a mais. Trata-se da Única Consultores de Engenharia Ltda com o valor de R$ 1.869.000,00. O valor mais alto foi apresentado pela Magna Engenharia Ltda, de R$ 1.879.795,79. Como as propostas foram bem abaixo, do que esperava o governo federal, espera-se que lá na frente, quando a vencedora estiver executando o serviço não peça um aditivo nos valores, já que os valores das três são próximos e a via de regra deve seguir um critério.
Obra aguardada há cinco décadas
Essa obra é aguardada há pelos menos cinco décadas, e esse é o primeiro passo para futuramente ser executada a obra de quase 70 km e que passa por Paulo Bento, Jacutinga, Quatro Irmãos, Ipiranga do Sul, Estação, Getúlio Vargas, Sertão e Coxilha. Essa é uma conquista de várias mãos, desde a criação do comitê pró-BR 153, envolvendo universidades, prefeitos, deputados e senador.
Desafogar trânsito e desenvolvimento
Um deles, senador Luis Carlos Heinze (Progressistas) afirma que “após a contratação e a conclusão do projeto, sem dúvida nenhuma, esta será uma importante obra que deverá desafogar o trânsito da ERS-135 e trazer mais desenvolvimento para toda a região”.
300 mil sacas de soja por ano
Anualmente passam pelo local em torno de 300 mil sacas de soja, matérias-primas diversas e fertilizantes. Para efeito de lembrança (e que ninguém esqueça), dos 32 municípios da AMAU, 11 não possuem acessos asfálticos.