No dia 5 de setembro, em reunião da AMAU, o presidente da entidade, Juliano Zuanazzi (prefeito de Marcelino Ramos), trouxe para discussão dos colegas, continuar ou não o pagamento de R$ 5 mil para a Agência de Desenvolvimento do Alto Uruguai.
AMAU não quer bancar sozinha
Essa discussão é antiga e nunca se chega a uma deliberação final. O resumo é que a AMAU não quer bancar essa conta sozinha, pois várias entidades fazem parte da agência. Desde que iniciou a parceria com a AMAU, já foi repassado mais de R$ 1 milhão. A constatação dos prefeitos é de que a agência não foi efetiva para os municípios e hibernou por muito tempo.
Patinho feito
Desde a sua criação, a Agência de Desenvolvimento do Alto Uruguai, passou de status máximo na largada, como sendo o ‘ovo de Colombo’ para a região, para o patinho feio. Sucederam-se várias direções no seu comando, foi feito um diagnóstico das deficiências e as potencialidades da região. E com o passar do tempo começou a ser questionada a sua atuação, mesmo com várias instituições e entidades fortes fazendo parte de seus quadros.
Exclusão da mensalidade
Na próxima reunião da AMAU, no dia 14 de novembro, às 17 horas na Câmara de Vereadores de Barão de Cotegipe (antes da abertura do Expo Barão 2019), uma das pautas do dia é a exclusão da mensalidade de R$ 5 mil e a apresentação de um projeto autossustentável, parceria direta ente a Agência e os municípios.
Sem contrapartida
O presidente da Agência de Desenvolvimento do Alto Uruguai, Eduardo Predebom afirma que não conseguiu arregimentar colaboração da comunidade e nem dos conselheiros da entidade para a necessária contribuição: “sem contrapartida, parecia-me evidente que a AMAU cessaria a contribuição”.
Futuro incerto
Sobre o futuro da Agência, o presidente é bem racional em suas colocações: “temo pela extinção...ou ostracismo. Ou se reduzirá a projetos educacionais enquanto houverem pesquisadores interessados”, finaliza.