A obra da Transbrasiliana (BR 153 que liga Erechim a Passo Fundo) é comentada, falada, escrita, fotografada há décadas.
Vários políticos usam ela como bandeira e palanque eleitoral, mas basta passar a eleição, como uma bandeira, é enrolada e colocada no fundo do armário.
Políticos da região se dedicam, buscam alternativas, e às vezes caem em descrédito, e não por sua culpa, mas por acreditar em eleitos, que tem outras prioridades que não o Alto Uruguai e o Planalto Médio.
Em 2018, no dia 6 de julho, ocorreu um ato na UPF, para assinar a intenção para se lançar o projeto técnico da rodovia. De lá para cá, vários capítulos, e por enquanto, infrutíferos. Gostaria de tapar a boca e não escrever isso, mas a história não me deixa pensar diferente. Só espero que em 2022 não venham os paraquedistas aqui de novo se aproveitar de nossa fragilidade eleitoral e baixa representatividade política.
Os partidos têm que repelir esses nomes, e buscar eleger os nossos, caso contrário, a rodovia ficará como está: pó em época de seca e muita lama em períodos de chuva.
Na foto, o colega Igor Dalla Rosa Müller, naquele dia do ato em Passo Fundo, registrando a Transbrasiliana e foi flagrado por mim. Que ele, que usa muito essa estrada, não fique corcunda de esperar. E a rodovia, está bem pior hoje.