Esse mês é conhecido com o Agosto Dourado, pois é dedicado à conscientização sobre a importância da Amamentação.
A cor dourada simboliza o “Padrão Ouro” na alimentação do bebê nos primeiros meses de vida.
Amamentar vai muito além do alimento: representa afeto, proteção, vínculo, cuidado e segurança.
Mas não é apenas sobre alimentar: amamentar é um encontro. É o calor do colo, é o olhar, é o cheiro conhecido, é o conforto que acalma.
Por outro lado, é vital lembrar que amamentar nem sempre é fácil. Muitas mulheres enfrentam dificuldades na pega do bebê, fissuras que sangram, dor, noites sem dormir, cansaço e muitas vezes a pressão de serem obrigadas a amamentar e necessidade de voltar precocemente ao trabalho.
Precisamos e devemos incentivar a amamentação. Mas também incentivar o apoio as mães.
Uma mãe acolhida pela família, pelo empregador e pela sociedade tem muito mais chances de viver essa experiência de forma mais tranquila.
Existe também um benefício que muitos desconhecem: amamentar é um gesto de cuidado com o planeta. Como sabemos, o leite materno é um alimento natural e completo. Não necessita de embalagem, transporte, não gera resíduos. É um recurso sustentável, renovável e disponível na medida certa, contribuindo para o Meio Ambiente para um planeta sustentável.
Lembrando que cada história é única. Algumas mães conseguem amamentar sem tantas dificuldades, outras enfrentam obstáculos que impedem esse caminho, e também há mulheres que não amamentaram por orientação médica. Nenhuma mãe deve ser julgada por isso.
O amor de uma mão não pode ser medido pela forma como seu bebê é alimentado.
Para finalizar, o convite é simples: Viver o Agosto Dourado para apoiar, incentivar, acolher e orientar. Valorizar cada mulher em sua maternidade, oferecer ajuda quando necessário e lembrar de que por trás de cada bebê alimentado, há uma mãe que também precisa ser cuidada.
Para ficar na memória: a amamentação não é reponsabilidade da mulher. Ela depende de uma ampla e contínua rede de apoio.