Em tempos atuais, é plausível conversar sobre livros, leitura, escrita e inteligência artificial.
Após ler uma reportagem do New York Post (08/09/26), fiquei refletindo.
A abordagem mencionava: “notas do ensino médio despencam no mundo todo, para o menor nível em vinte anos: inteligência artificial e redes sociais estão ‘apodrecendo’ o cérebro dos alunos”.
Quanta novidade!
Não há necessidade de muitos esforços para chegar a essa conclusão.
A falta de manejo (uso) da musculatura do cérebro resultará na diminuição de sua capacidade.
Vivemos um tempo volátil, onde muitas pessoas preferem vídeos e áudios (curtos) ao invés de leituras.
Diante de tais circunstâncias, “descaso e até desprezo pelos livros”, os resultados não poderiam ser outros: enfraquecimento do nível cognitivo.
Obviamente, não se pode negar alguns benefícios da era digital e da inteligência artificial.
Entretanto, não podemos deixar de mencionar a relevância do livro, da leitura, do pensar, do escrever e do expressar.
Crescimento nos remete a desafios, e isso exige consciência, dedicação e persistência, sempre pelos caminhos da leitura, pesquisa e escrita (registros).
Gente, bora ler! Bora pensar! Bora escrever, para ser!
Coragem! Abrace um livro!
Paz e bem!