Falando de amor, reportei-me a Mário Quintana: “quando o amor vira nó, é porque deixou de ser laço.”
Que delicadeza de descrição!
O amor verdadeiro não faz alarde, muito menos gritaria; ama com carinho e sussurra muito baixinho.
Na verdade, o amor não amarra, ele solta com um abraço afetuoso.
O amor fala muito mesmo é no silêncio; ele diz coisas grandiosas, retratadas pelo cochicho.
Apenas se escuta com os ouvidos da alma.
Isso tudo é a linguagem do amor.
Amor, paz e bem!